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    Mais uma temporada chegou ao fim, e entre altos e baixos, temos muita coisa para falar sobre o Lakers e seus próximos movimentos. Mas neste momento, compilamos um especial de final de temporada, onde convidamos outros perfis e sites que cobrem a equipe para dar sua opinião sobre qual impressão tiveram da temporada do time.

    Foram ouvidos Lakers a Dois (@LakersADois), Lakers in Brasil (@LakersinBrasil), Lakers no Ar (LakersNoAr), Sabrina Araújo (NBA das Mina - @sabsdenada) e ao final compilamos uma opinião conjunta da equipe Lakers Brasil. O resultado você confere abaixo:

    Lakers a Dois (@LakersADois)

    O ano 2018 (e 2017 também) do Lakers foi marcado por Lonzo Ball. Não há como fugir disso. De euforia à preocupação e agora esperança, o novato foi um misto de emoções. Sim, seu aproveitamento nos arremessos não é bom. Entretanto, Ball mostrou potencial em todas as outras facetas do jogo, incluindo a tábua defensiva. Não se assuste se até conseguir entrar em um time de defesa.

    A próxima temporada pode (pode não, vai) depender bastante da Agência Livre. Com Paul George, sem Paul George, com LeBron ou sem, o futuro é promissor. Ah, vale destacar também o avanço da franquia no mundo das estatísticas: contratamos Jason Rosenfield, guru de análise de basquete da NBA. Jason, além de já ter sido diretor da NBA no assunto, criou várias estatísticas e regras novas para modernizar o jogo. Um ótimo inicio para uma franquia que parecia viver no século XX.

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    Lakers no Ar (@LakersNoAr)

    Dá pra dividir essa temporada em duas partes: Antes e Depois de Julius Randle como titular. Aliás, para mim, Julius Randle foi a peça chave de um time bem interessante, quando se juntou a Kyle Kuzma (um achado no meio do Draft), Lonzo Ball (totalmente dentro das minhas expectativas na temporada, até superou) e Brandon Ingram (que evoluiu bastante) e os "reforços de aluguel" KCP e Brook Lopez (Que oscilaram bastante durante a temporada) montou-se um time bem coeso, que se não ia bem defensivamente na maior parte do tempo, compensou com um ataque bem rápido e, em vezes, potente. Menção mais do que honrosa a Josh Hart, que foi outro diamante achado no meio do Draft.

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    Lakers in Brasil (@LakersInBrasil)

    A evolução dos jovens jogadores do Lakers dispensa quaisquer qualificações. É notável que as recentes escolhas de Draft vêm melhorando consistentemente seus jogos, o que seria suficiente para deixar a torcida angelina animada para o futuro. Mas, se o jogo de basquete ainda é o mesmo, em que se ataca e defende o aro, é de se esperar que a evolução dos talentos individuais se manifeste em um time mais eficiente dos dois lados da quadra. Será que isso aconteceu com o Lakers em 2017-2018? 

    A resposta é um sonoro sim, com ênfase ao lado defensivo, ponto frágil da equipe nas últimas temporadas, que será brevemente explorado aqui. Vamos olhar alguns números, para ilustrar: o defensive rating da equipe caiu de 110,6, em 2016-2017, para 105,8, em 2017-2018 (aqui, quanto menor o índice, melhor a defesa) - o que equivale a um salto da 30a para a 14a posição na liga; a porcentagem de rebotes defensivos coletados subiu de 75,8% para 77,6%, 13a melhor marca na NBA. Tudo isso com o time jogando em um ritmo acelerado (o índice de pace foi de 100,8 para 102,6), o que dificulta um bom trabalho defensivo, ainda mais com as constantes trocas de marcação que o time realiza em quadra. Essas estatísticas apenas sustentam uma percepção generalizada de que o time joga com mais energia, parece mais interessado em defender e efetivamente abraçou um estilo de jogo. Luke Walton enfatizou desde o training camp que a defesa seria prioridade, visando criar situações de contra-ataque que facilitassem o trabalho ofensivo - em particular, do armador Lonzo Ball. 

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    Sabrina Araújo (@sabsdenada)

    Começar a temporada perdendo para o Clippers, não era lá muito empolgante. Foram muitas derrotas que nos tiraram o ânimo e por mais um ano parecia que pouco iria mudar. No entanto, o torcedor começou a perceber que o Lakers estava lapidando algumas pedras encontradas no caminho. E como esse time explora bem. Começamos a temporada com uma promessa e em alguns jogos eu sabia que tínhamos mais. Ainda assim, ajustes foram necessários e como torcedora da nova geração, chorei com a saída de cada jogador que nasceu na franquia.

    Muito falamos do "grande plano". Uns não concordam, outros acham que a franquia deve arriscar. Palpitamos, ficamos bravos, elogiamos, mas no fim de tudo, comemoramos uma das melhores temporadas dos últimos anos. Temporada em que finalmente assistimos nosso potencial dentro e fora de quadra e que voltamos a sonhar com mais. Vai rolar. O time foi time e jogou até o último segundo. O Lakers fechou a temporada com mais vitórias, espaço salarial, jovens que estão aí para brilhar e um ambiente muito atraente para quem chegar e a cereja do bolo, aquela vitória em cima do Clippers em nosso último jogo da temporada regular para alegrar a torcida do maior de Los Angeles.

    Conheça a @sabsdenada

    Equipe Lakers Brasil

    Após movimentos controversos na offseason, o Lakers começou a temporada com um elenco renovado e cercado de dúvidas e expectativas. Se Lonzo Ball decepcionou em alguns aspectos, surpreendeu em outros. Os outros calouros, Kyle Kuzma e Josh Hart, entraram voando e se mostram prontos para a NBA.

    Depois de alguma oscilação nos primeiros meses da temporada, o time deslanchou. O contestado Julius Randle, quase descartado, de repente se tornou o jogador mais produtivo do time e o único a jogar todas as 82 partidas da extenuante temporada. Sua renovação se tornou obrigatória. Com a troca de Isaiah Thomas no meio do ano, o Lakers chegou até a sonhar com concorrer por uma vaga nos playoffs, mas as lesões atrapalharam este objetivo.

    Mesmo assim, o Lakers cresceu, surpreendeu, e finalmente convenceu seus torcedores e o resto da liga de que aqui existe uma base sólida para o futuro. Com quase US$ 60 milhões de espaço na folha salarial, as atenções se voltam para a offseason: quais astros veteranos vão topar se juntar a este excelente núcleo jovem?

    E você, torcedor. O que achou sobre a temporada do Lakers? Qual sua perspectiva para o futuro? Conta pra gente!

    Fala aí!