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    Sérgio Segundo

    09 de Abril de 2018 por Sérgio Segundo

    Ao falarmos que um time que briga por posições vai enfrentar outro que está eliminado e só cumpre tabela, já dá pra se ter uma noção do resultado. Quando acrescentamos a isso que a equipe eliminada está sem a maioria dos seus jogadores importantes, não há para onde correr. Aconteceu exatamente isso na derrota para o Jazz por 112-97.

    Com suas principais opções à disposição, as coisas não foram difíceis para a franquia de Utah, que lidou com um Lakers muito fragilizado com ausências notáveis (Lonzo, Ingram, Kuzma e Isaiah). A falta de escolhas fez com que Luke Walton desse mais tempo para Josh Hart (jogou quase toda a partida), Ennis (que, inacreditavelmente, teve boa atuação), Caruso, Frye, Gary Payton II, Travis Wear, Zubac e até Thomas Bryant. Sinceramente, nome por nome, não dava pra lidar com Rudy Gobert, o inspirado calouro Donovan Mitchell e Ricky Rubio.

    Dizer que Josh Hart é um ala defensivo apenas é limitar seu potencial. Ele é um jogador que toda comissão técnica tem muita confiança. Luke Walton

    No primeiro período, um início muito ruim (a vantagem do Jazz chegou a 15 pontos) que acabou não sendo tão desastroso graças à melhora de produção na metade dele. No segundo quarto, comandados por Hart e Randle, até diminuímos a vantagem dos visitantes e fomos para o intervalo perdendo por somente 6 pontos. Derrota menor que a prevista até então.

    De qualquer forma, Mitchell e Ingles pareciam telepaticamente interligados, e na volta para a segunda metade, jogaram um balde de água fria no torcedor angelino que estava no Staples Center (combinaram no final da partida para 50 pontos e 18 assistências). Na última parte, as colaborações de Hart, Randle e Ennis ( o último com um career-high de 22 pontos) mantiveram a diferença conquistada pelos visitantes. Final de jogo, 112-97 pro Jazz (reparem que Brook Lopez não fez nenhum ponto, errando todas as 10 tentativas de arremesso). 

    O destaque positivo foi o bom aproveitamento do time nos lances-livres (4 desperdícios e 18 acertos). Vale lembrar que a temporada está acabando pra gente, só faltam 2 jogos. O próximo é terça, contra o Rockets, logo, até lá, o clima é de despedida e de esperança de que Magic Johnson e Pelinka façam um ótimo trabalho na Offseason.

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