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    A troca já aconteceu. O martelo já bateu. A NBA já aprovou. Por toda a Liga, a troca que mandou Kwame Brown para o Memphis junto com Crittenton e algumas escolhas de draft por Pau Gasol ainda traz muitos comentários e gera bastante polêmica.

    O técnico Phil Jackson, sempre com suas palavras pensadas, prefere sempre se esquivar e comentar sobre o jogador, suas habilidades e técnica, algo que ressaltou em entrevista ao jornal Los Angeles Times. "Há muitas posições em que ele pode jogar, ele tem boa envergadura", disse Phil. "Isso é importante pois trará o jogo de post de volta para nosso esquema ofensivo. Kobe Bryant vêm fazendo a maioria destas jogadas, Ronny Turiaf também faz um bom trabalho desta posição, mas, nós não vínhamos tendo realmente uma dedicação nesta parte do jogo", analisa Jackson, que terá isso em Pau Gasol daqui para frente.

    Pau deverá fazer sua estréia hoje à noite contra o Nets, e isso só não acontece se a dor nas costas que o incomoda se agravar muito. "Está doendo um pouco, mas posso jogar bem", disse o astro espanhol. "Eu a mantenho sob controle (contusão). Estou trabalhando duro com os treinadores e fisioterapeutas, e está ficando melhor", revelou Gasol. Já sobre seus pensamentos sobre Kobe e como é jogar com ele, o espanhol foi o mais sincero possível. "Obviamente eu considero Bryant o melhor jogador da NBA. Eu o respeito muito. É algo que me motiva bastante e também acho que irá ajudar no meu jogo". O talentoso pivô tambem foi questionado sobre situação semelhante à que passou em Memphis à de Kwame Brown em Los Angeles, as vaias da torcida durante um jogo. "Ano passado, eu estava falando um pouco mais sobre a troca, talvez não somente com a mídia, mas com todos, e isso foi uma grande confusão. Ficou uma situação desconfortável, as vaias e tudo mais. Não foram muitas vaias, mas o bastante para causar desconforto", disse Pau.

    Já sobre a troca, muitas perguntas ainda são feitas ao presidente do Memphis, Michael Heisley. Em entrevista à imprensa local de Memphis, ele revelou seus pensamentos e o que o levou a puxar o gatilho no negócio. "Nós tivemos conversas com o Chicago que não foram satisfatórias", revelou Heisley. "Eles não queriam pagar taxas e o Los Angeles aceitou. Eu sei que, hoje, as pessoas dizem que somos loucos, mas, conseguimos tudo que podíamos do Lakers. Conseguimos escolhas de draft e liberação de verbas salariais. Era isso que queríamos. Eles não nos dariam Kobe", completou Heisley.

    Durante esta mesma entrevista, Heisley sugeriu que o Lakers gostaria de enviar Kwame Brown e Vladimir Radmanovic, o que o Grizzlies não aceitou devido ao tempo restante de contrato de Radmanovic. Aparentemente, o que tornou o negócio que estava perdido possível, foi a troca de Vladimir por Javaris Crittenton. "Nós seguramos nossa posição", disse Heisley, sobre não aceitar Radmanovic. "E eles finalmente tornaram possível (fazendo menção a inclusão de Crittenton por Mitch Kupchak)". Outro fator que veio como especulação teria sido a participação de Jerry West no negócio, afinal, o lendário jogador do Lakers foi vice-presidente de operações de basquete do Memphis. "Isso não aconteceu", confirmou o presidente do Grizzlies. GO LAKERS GO!

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