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    kobe_e_sempre_kobe A partida contra o Sacramento Kings, no final das contas, foi mais uma afirmação de uma frase que a cada ano fica mais evidente. Kobe é sempre Kobe. Ele pode estar mal na partida, o arremesso pode não estar caindo, enfim, não importa o buraco em que ele esteja, por ser Kobe, sempre há uma forma de se sair, de dar a volta por cima, e isso foi provado ser verdade mais uma vez.

    Mas, por trás da atuação magnífica de Bryant, teve também um time. A chave da partida, além de Kobe, foi a habilidade de Phil Jackson e dos demais jogadores de mudar o esquema defensivo. Alguém notou que no período final, o Kings não tinha mais tanta facilidade de fazer bandejas. E Lamar Odom? Apesar dos bons números, ele não vinha tendo sucesso contra Ron Artest. Mas, no último quarto, Lamar literalmente suou sangue, no melhor estilo Rick Fox. Pau Gasol teve uma partida com regularidade e novamente foi um ótimo complemento para Kobe, que novamente ouviu os famosos e familiares gritos de "MVP" da torcida em Sacramento. "Melhor que ouvir os sinos", disse ele. A enterrada de 360º após roubada de bola de Fisher levantou os torcedores, e até mesmo Lamar Odom. "Aquela foi 10", deu a nota Odom. "Especialmente com duas mãos? Uma enterrada com as duas mãos em 360º é dificílimo", analisou Lamar.

    Se Kobe não tivesse as características que tem, de perseverança, determinação, talvez o jogo tivesse outro final. O duelo contra Kevin Martin não estava nada fácil nos três primeiros quartos. "Ele levou para o pessoal", disse Gasol. "Ele definitivamente nos impulsionou", disse o pivô espanhol. Até mesmo Kevin Martin reconheceu a superioridade de Kobe. "Ele é um jogador especial, e faz jogadas inacreditáveis", disse o bom armador do Kings. "É o que ele sempre faz. Ele apenas é competitivo, duro em toda posse de bola. Nada é fácil. É o que o transforma no que ele é", analisou Martin. Na verdade, Kevin levou a melhor até o 3º quarto, para depois, sumir de cena na defesa de Bryant e ser também batido no ataque. "Eu estava apenas sendo agressivo e lendo a defesa, fazendo ajustes no último quarto", revelou Kobe. "Fui capaz de tirar vantagem. Essa era minha responsabilidade. Pau nos manteve no jogo, depois, foi minha hora de assumir o controle", analisou o MVP da noite, e, para nós, do campeonato.

    O técnico Phil Jackson procurou exaltar a defesa. Para ele, essa foi a chave do jogo. "Nós jogamos defesa nos últimos cinco minutos", disse ele num tom de "finalmente". Aliada a defesam, Gasol salientou o poder de reação do time. "Estou orgulhoso da forma que reagimos e o modo com que praticamos defesa nos últimos oito ou nove minutos do jogo. Esperamos extender isso por mais minutos, jogando desta forma", finalizou Pau. GO LAKERS GO!!

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