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    a_batalha_vai_para_utah O Los Angeles Lakers encara hoje à noite em Salt Lake City o Utah Jazz, na partida número três da série melhor de sete jogos pelas semi-finais da Conferência Oeste. Uma vitória do time de Los Angeles praticamente encerra a série. Em contrapartida, um triunfo do Utah pode mudar totalmente o clima favorável ao Lakers, que venceu as duas primeiras partidas no Staples Center em L.A.

    Historicamente, apenas 13 times conseguiram reverter uma desvantagem de 2 à 0 e vencer uma série de Playoff's. É neste caso que se encontra o time do Jazz, que aliás, já tem experiência neste tipo de situação. Ano passado, a equipe de Carlos Boozer e cia saiu perdendo também por dois jogos para o Houston Rockets e virou a série no último jogo, e ainda fora de casa. "Estivemos aqui antes", disse Boozer, sobre o atual momento do time. "Já ficamos atrás por 2 à 0. O que temos que fazer é entrarmos focados para o jogo 3", revelou ele. Deron Williams também acredita numa mudança de sorte, afinal, o Jazz vai jogar em seus domínios, na temida EnergySolutions Arena. "Teremos energia, a torcida estará do nosso lado desta vez", disse o talentoso armador do Utah.

    O técnico do Jazz Jerry Sloan quer sua equipe concentrada desde o minuto inicial. "Temos que ter produção de todos", disse ele. "Se você olhar da forma com que começamos os últimos jogos, nós não tivemos o tipo de produção que você precisar ter para vencer", salientou. Para Carlos Boozer, o segredo é ficar longe das faltas. "Se eu conseguir ficar sem ter problemas com faltas, tudo ficará bem", disse o ala de força do Utah. "Essa é a grande chave para mim nesta série. Nos dois jogos, eu tive problemas e fiquei de fora no primeiro tempo, e isso prejudicou o time", revelou ele.

    Pelo lado do Lakers, a maior arma é Derek Fisher. O conhecimento que o experiente armador tem sobre o esquema tático exercido pelo técnico Jerry Sloan no Utah promete ser importante para o L.A. conseguir pelo menos uma vitória na casa do adversário. "Sabemos que ele sabe sobre nossos esquemas", disse o ala Andrei Kirilenko, algo também reconhecido por Carlos Boozer. "Ele conhece nosso time. Não mudamos desde que ele saiu. Temos as mesmas jogadas, a mesma ofensiva, e o mesmo tipo de defesa", disse ele. E os jogadores do Lakers revelam que Fisher está sim dando alguns conselhos aproveitando seu conhecimento sobre o Jazz. "Ele está nos ajudando um pouco nos treinamentos", disse Luke Walton. "Os técnicos tem relatórios detalhados sobre o que o Utah gosta de fazer, e Derek nos ajuda a entender algumas questões que constam ali", disse o ala do Lakers.

    Durante os dois primeiros jogos, Fisher gritou constantemente com seus companheiros quando percebia os sinais feitos pelos armadores do Utah, tentando preveni-los sobre a jogada que seria executada. "Quer saber, quando jogamos contra o Dallas, eu ouvi Devean George gritando as jogadas que iríamos armar", disse Walton. "Sendo assim, não somos nós apenas que fazemos isso. Não importa o time que você esteja, você irá ajudá-lo com o que for para vencer", afirmou ele. No jogo de hoje, a recepção em relação à Fisher não será das mais calorosas, assim como para Kobe Bryant e o resto do Lakers. Se o time conseguir suportar a pressão e se manter na partida, são boas as chances de vitória, pelo menos em um dos dois jogos.

    Não deixe de acompanhar a partida que começa às 22:00hs, horário de Brasília, comentem, opinem, façam prognósticos para o clássico de hoje à noite. Torçam muito para o LAKERS!!! GO LAKERS GO!!!

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