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    Desde que o Lakers entrou neste clima de Draft pelas más campanhas que começaram na temporada 2013-2014, acaba o campeonato e começa a agonia do torcedor. A expectativa, a ansiedade sobre a questão de saber se o time fica ou não com a escolha de Draft, ou quem pode ser o escolhido, se este jogador é melhor que aquele, qual tem melhor chance de ser estrela no futuro e por aí vai.

    Será que a sorte estará com o Lakers novamente no Draft deste ano?

    Novamente, estamos na dependência da sorte e das probabilidades para saber que tipo de ações teremos no futuro próximo. É aquela história que você já deve estar sabendo de trás para frente e de frente para trás, mas vale relembrar. Se no jogo destas probabilidades do sorteio do Draft, que será realizado dia 16 de maio, o Lakers acabar ficando entre os três primeiros (chance de 46.93%), o direito de escolha permanece em Los Angeles. Se ficar fora das três primeiras posições, este direito passa para o Philadelphia Sixers, que adquiriu esta condição em uma troca com Phoenix Suns, que detinha originalmente a escolha do Lakers quando acordou em enviar Steve Nash para Los Angeles.

    Mas, e se? E se a sorte não ajudar neste ano, como aconteceu nos últimos Drafts? Como agir? Para o recém nomeado gerente geral do Lakers, Rob Pelinka, é preciso estar ciente de todas as possibilidades. “Olha, eu acho que você precisa estar preparado para qualquer que seja o cenário quando se trata de um evento com aleatoriedade como é a loteria (do Draft)”, disse Pelinka. “As pessoas ficam perguntando ‘Vocês precisam ter esta escolha?’. Esta é uma pergunta que me fazem a todo momento. Acho que estamos preparados no caso de tê-la, e também temos um plano se não tivermos”, explicou Rob.

    Pelinka traça planos pensando em diversas possibilidades para o futuro do Lakers

    E qual seria este plano B? “Para nós, se o sorteio nos favorecer, sim, temos um grande plano de ataque para o Draft. Mas, se não acontecer, assim como em muitos momentos famosos em esportes, temos que encontrar uma forma de chegar no nosso destino sem esta escolha de Draft”. Pelinka também lembrou a recente aquisição da escolha do Houston Rockets na troca que envolveu a ida de Lou Williams para jogar com James Harden, dando a entender que oportunidade de selecionar pelo menos um jogador na primeira rodada é algo garantido.

    Pelinka disse também que se o Lakers der sorte e também ficar com a escolha dentro das três primeiras posições, aumentam as opções, porém, caso isso não aconteça, ele comparou a situação como resolver um cubo mágico. “Eu acho que disse isso para alguém outro dia sobre o destino para chegar à um título que talvez seja como um cubo mágico”, disse Rob. “Você olha para ele e tem todas aquelas cores diferentes e você precisa alinhar todas elas. Tem 1000 formas diferentes de girar o cubo e conseguir que tudo fique alinhado, e uma hora você consegue. Talvez você tenha a escolha (do Draft), talvez não”, disse Pelinka. “Mas, você precisa continuar movimentando e girando o cubo até que complete o cenário perfeito, e é isso que estamos fazendo todos os dias, é isso que estamos analisando e observando”.

    Apesar de não revelar especificamente qual o plano B, e isto é totalmente compreensível, muitos acreditam que Pelinka e Johnson iriam com força atrás de Paul George, estrela do Indiana Pacers, que teria declarado à ex-colegas de time que tem a intenção de jogar pelo Lakers no futuro. Mesmo que o Lakers permaneça com a escolha, o cenário de ir atrás de Paul George também não pode ser descartado. No caso da escolha de um armador, como Lonzo Ball, por exemplo, nada impede que uma troca envolvendo dois ou três jovens jogadores do elenco possa acontecer para obter Paul George. A questão é saber quem seriam. Brandon Ingram mostrou muito talento e poderia facilmente ser solicitado pelo Indiana em um negócio, pois joga na mesma posição que George.

    A escolha entre Paul George e Brandon Ingram pode não ser das mais fáceis?

    Caso o Lakers negasse esta possibilidade, como seria para o desenvolvimento de Ingram ter a disputa por minutos com um jogador do calibre de Paul George? Se o Lakers decidir apostar em ter Ingram e George juntos, que tal seria envolver Jordan Clarkson e Luol Deng? Ficou fácil demais? Se o Pacers decidisse endurecer a negociação e pedisse um terceiro jogador, quem você enviaria entre Julius Randle e Larry Nance? Lembra da história do cubo mágico? Como você alinharia estas possibilidades? Conta pra gente!

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