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    Sérgio Segundo

    28 de Novembro de 2018 por Sérgio Segundo

    Antes da temporada começar, muitos apontavam o Los Angeles Lakers como a terceira ou quarta força da conferência Oeste. Outros mais otimistas colocavam a equipe na segunda posição. Apesar disso, o que vimos nesta partida não condiz com a “previsão” dessa parcela da torcida. Visitando o Denver Nuggets, o time saiu derrotado por 117-85, uma diferença de nada mais nada menos do que 32 pontos - a maior até o momento na temporada atual.

    Pra entendermos a partida, entendamos melhor o contexto em que ela foi realizada: o Lakers nas últimas nove anteriores havia obtido sete triunfos, mas vinha de uma queda em casa para o Orlando Magic, dessa forma, ocupava (e mesmo após o confronto ainda ocupa) a sétima colocação em sua conferência. Enquanto isso, o time adversário era o detentor do terceiro melhor recorde na mesma conferência (13-7) e vinha de três vitórias. No confronto direto entre as franquias na temporada, a equipe de Los Angeles venceu a única partida oficial disputada até então.

    Mas um novo jogo trás novas surpresas. Sem Gary Harris, ala-armador titular, o Nuggets contou com o bom desempenho já esperado de Jamal Murray, Nikola Jokic e principalmente Paul Millsap, destaque nesse embate. Além disso, teve as positivas surpresas: grandes atuações individuais de Malik Beasley e Mason Plumlee. Para os visitantes, faltou o espírito de “melhor da liga” de LeBron James e o domínio ofensivo de garrafão de JaVale McGee. Então faltou pouco, certo? Não, pois os pecados não vieram só pela falta do que fazer, mas também pelo que foi feito: com um aproveitamento desprezível da linha de 3 pontos (14%), o crônico problema dos lances livres (12 convertidos em 18 arremessos), o fraco desempenho na defesa tanto do perímetro quanto da parte interior e as escolhas não muito sábias de Luke Walton nas rotações, não dava pra esperar ganhar. E nos destaques da partida aqui embaixo, você pode ver que tudo isso listado é a mais pura e infeliz verdade.

    Mesmo assim, vale ressaltar alguns pontos positivos, como as atuações boas de Kyle Kuzma (foi o cestinha da partida com 21 pontos e ótimo 60% de aproveitamento nos arremessos de quadra), Brandon Ingram, Lonzo Ball (que, conforme raio-z feito após a partida, teve uma lesão no tornozelo mas garante que joga o próximo jogo) e Michael Beasley (sim, ele mesmo, com 12 minutos e sem fazer parte do chamado “trash tema”, que joga o final de partidas já decididas) para o tempo que estiveram em ação. Alia-se a isso os 4 tocos de McGee, porém com a equipe sem manter o ritmo na passagem para a segunda metade (indo para o intervalo perdendo por 8 pontos, uma diferença facilmente reversível) e com uma noite não muito inspirada do “King” James, venceu quem jogou (muito) melhor. Após esse resultado, a equipe de Denver se iguala ao Memphis Grizzlies como segunda colocada na tabela do Oeste, enquanto o Roxo-e-Dourado - que volta às quadras na quinta-feira para receber o Indiana Pacers no Staples Center - se mantém no mesmo sétimo lugar que já estava.

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