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    Ricardo Romanelli

    21 de Março de 2019 por Ricardo Romanelli


    Nascido no Queens, em New York, o filho de imigrantes brasileiros Scott Machado terá uma chance no elenco principal do Lakers. O atleta, que possui dupla cidadania e defende a seleção brasileira, foi o grande destaque do South Bay Lakers na atual temporada e foi eleito o melhor jogador da última semana na G-League.

    O armador já havia participado da pré-temporada do Lakers, e se juntou ao time da G-League após não conseguir uma vaga no time principal. Com 28 anos de idade, ele é profissional do basquete desde 2012, quando se inscreveu no Draft e não foi selecionado após jogar quatro temporadas pela Universidade de Iona na NCAA. Depois de passagens pelos times da liga de desenvolvimento de Houston Rockets , Golden State Warriors e Toronto Raptors entre 2012 e 2014, ele passou pelo basquete europeu, atuando por times da França, Alemanha e Espanha. Em 2017, voltou para a G-League ao assinar com o South Bay Lakers para a campanha de 2017-18.

    Já na atual temporada, após disputar a pré-temporada pelo Lakers, atuou em 45 jogos pelo time de South Bay (25 como titular), registrando 16,4 pontos e 7,9 assistências de média. A expectativa é de que ele atue como armador principal, dividindo minutos com Rajon Rondo e Alex Caruso. O contrato dele é por 10 dias, a mesma modalidade assinada com Andre Ingram, cujo vínculo expirou e agora retorna para a G-League. Caso interesse ao time, o vínculo pode ser prorrogado por outros 10 dias ao final do atual contrato, o que lhe faria jogar até o final da temporada da NBA.

    Com a adição de Machado, o Lakers volta a ter um brasileiro no elenco após a passagem de Marcelinho Huertas, que disputou 76 partidas pelo Lakers entre 2015 e 2017. Numa curiosidade final, “Scott” é o segundo nome do jogador, que se chama Michael Scott Machado. Ainda criança, ele pedia para ser chamado por seu segundo nome, pois Michael Jordan e seu Chicago Bulls sempre derrotavam o New York Knicks, time pelo qual Machado torcia, fazendo-lhe odiar o nome “Michael”.

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