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    Ricardo Romanelli

    09 de Setembro de 2019 por Ricardo Romanelli

    A lesão de DeMarcus Cousins foi um balde de água fria para todos os torcedores do Lakers. A franquia agiu rápido e contratou o veterano Dwight Howard para ocupar a função no elenco, mas a diretoria pode ter outra carta na manga. Trata-se da Disabled Player Exception, ou "excessão para jogador desabilitado". 

    Em casos como o de Cousins, onde o jogador provavelmente vai ficar fora da temporada, a franquia pode solicitar esta exceção para a NBA entre o período que vai do dia 01 de julho até 15 de janeiro. Durante este espaço de tempo, uma junta médica da liga vai avaliar o jogador e ver se realmente ele não tem condições de retornar na temporada em disputa. 

    Uma vez autorizada, a exceção salarial expira quando é utilizada para contratar um jogador, ou no caso de o atleta lesionado ser trocado ou voltar a jogar. Se o atleta lesionado se recuperar mais rápido que o previsto e voltar a jogar depois que o time já tiver contrato outro jogador com esta exceção, o contrato do novo atleta se mantém.

    O valor da exceção salarial é calculado sobre o salário do atleta lesionado, e no caso de Cousins, o Lakers pleiteia uma DPE no valor de US$ 1,75 milhões. É pouco, se levarmos em conta que um veterano com mais de 10 anos de experiência, por exemplo, tem salário mínimo de US$ 2,5 milhões. O valor de US$ 1,75 milhões é maior apenas que o mínimo para atletas com até 4 anos na NBA.

    É difícil imaginar, portanto, que caso o Lakers consiga este dinheiro, ele seja utilizado em um jogador relevante. De qualquer forma, o time está mostrando adotar bons procedimentos ao manter todas as portas abertas, buscando todas as fontes de financiamento do elenco que puder conseguir. 

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