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    Ricardo Romanelli

    16 de Março de 2020 por Ricardo Romanelli

    Com a paralisação anunciada na semana passada, a NBA tinha a expectativa de ficar pelo menos 30 dias sem atividades. Ao que tudo indica, entretanto, esta parada deve se estender. De acordo com Adrian Wojnarowski (ESPN), a liga deve seguir a recomendação do CDC nos EUA e acatar uma pausa de pelo menos oito semanas:

    "A recomendação do CDC de não realizar eventos para mais de 50 pessoas pelos próximos dois meses traz um número que faz donos de franquias e executivos da NBA acreditarem num cenário de jogos apenas no final de junho como o mais otimista possível, mas sem torcida nas arenas. A liga está conversando com as empresas donas de arenas buscando datas até o mês de agosto." - Adrian Wojnarowski. 

    O CDC, sigla em inglês para Centro de Controle e Prevenção de Doenças, é o órgão do governo dos EUA responsável pela proteção da saúde pública naquele país, e portanto autoridade máxima na gestão desta crise. 

    A NBA já simula cenários financeiros com diversas possibilidades de impacto nesta e também na próxima temporada, o que pode inclusive afetar as previsões de teto salarial ao redor da liga. Para tentar agilizar o calendário quando os jogos retornarem, a liga também planeja usar arenas mais próximas uma das outras para evitar tantas viagens. Como as partidas seriam disputadas sem torcidas, não faz diferença que os times joguem em casa, e esta pode ser uma solução para ajudar a recuperar parte do tempo perdido.

    As temporadas da G-League e da NCAA já foram canceladas, e a NBA segue com proibições a treinos e atividades em conjunto das equipes. A única novidade fica por conta da liberação para que os atletas viajem para fora da cidade de suas franquias, para que possam ficar perto de suas famílias. Apesar disso, eles devem ficar em casa e evitar situações sociais, além de prestar relatórios diários sobre sua saúde para as franquias, que devem repassar as informações à NBA. 

    Apesar disso, tudo ainda está no plano das hipóteses e apenas a evolução no combate ao COVID19 vai poder ditar os próximos passos da NBA rumo ao retorno dos jogos.

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