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    Renato Campos

    14 de Outubro de 2021 por Renato Campos

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    O ano é 2031. A NBA mudou algumas de suas regras, o jogo ficou ainda muito mais dinâmico, LeBron James e Kevin Durant já são lendas aposentadas e Giannis Antetokounmpo anunciou que fará sua última temporada pelo Bucks aos 36 anos de idade.

    Quando tudo isso estiver acontecendo e olharmos dez anos pra trás, lembraremos que na época, um dos maiores objetivos da liga era aplicar regras para o controle da pandemia do COVID-19. Lembraremos que a pergunta mais foi feita durante as entrevistas de offseason era sobre o status de vacinação dos jogadores, e se eles poderiam livremente jogar pelos seus times.

    No ano de 2031 e dez doses depois da vacina anual e costumeira contra a COVID-19, lembraremos dos jogadores que apoiaram discretamente a vacina e de outros que por suas escolhas e crenças, decidiram sacrificar seus trabalhos e salários por não tomarem as tais doses.

    Assim como a descoberta da AIDS nos anos 90, quando muitos acreditavam que só os homossexuais poderiam contrair o virús, a informação vai fazer com que a discussão daqui há 10 anos seja um fato comprovando mais uma vez a ignorância humana. Cada um tem seu direito de escolha, claro. Mas a ignorância faz parte da decisão de algumas delas. Seja para o bem ou para o mal.

    Kyrie Irving é o nome da vez. Agarrado em suas crenças, se nega a se vacinar e desta vez, ele não confirmou nenhum plano satânico contra negros durante uma live no Instagram, mas sim que muitas pessoas estão perdendo seus empregos por conta dos mandatos contra COVID-19 nas cidades.

    Assim como os mencionados, Kyrie pode perder o seu.

    Kyrie tem seu direito. Kyrie não vai se vacinar e não pensa em se aposentar. Daqui há 10 anos, vamos lembrar do jogador dono de um talento grandioso com a bola nas mãos, que por sua escolha, pode se tornar o personagem principal de uma história que será contada para nossos filhos e netos, de que ele perdeu milhões e seu trabalho por apenas não se vacinar.

    Herói ou vilão, não sabemos. Mas estamos vendo a história sendo escrita mais uma vez em um dos maiores conflitos e desafios da humanidade.

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