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    Renato Campos

    30 de Dezembro de 2021 postado por Renato Campos

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    Não resta dúvidas que o Lakers tem sido a maior decepção da atual temporada da NBA.

    Considerados favoritos as finais antes da temporada começar, o Lakers se encontra na sétima posição da Conferência Oeste com uma campanha de 17 vitórias e 19 derrotas e ainda, de alguma forma, se mantem na zona de play-in para buscar uma vaga nos playoffs.

    Normalmente, uma decepção desse tamanho pode levar a uma enxurrada de negociações, mas isso não é o plano de Rob Pelinka. Com poucos ativos e com um teto salarial inflado, pouco a diretoria do Lakers pode fazer para modificar seu elenco de forma que tenha um impacto muito forte na temporada. De qualquer forma, o Lakers precisa buscar algumas respostas e pra isso, existe margem para algum tipo de mudança.

    Vamos dar uma olhada em três pontos que a diretoria deve ficar de olho para melhorar neste novo ano.

    Defensores do Perímetro

    Na última temporada, o Lakers teve a defesa mais eficiente da liga. Neste momento, o time ocupa apenas a 12ª colocação. O que aconteceu?

    A offseason do Lakers teve um foco claro no lado ofensivo da quadra e sua defesa está pagando o preço. Com Alex Caruso, Kentavious Caldwell-Pope e Kyle Kuzma jogando em outros times, o principal defensor de perímetro do Lakers agora não tem nome. Avery Bradley não é mais o mesmo, Talen Horton-Tucker tá longe de ser considerado um defensor de elite e LeBron James já tem 37 anos, apesar de estar fazendo milagres em quadra.

    O Lakers precisa desesperadamente de um upgrade, o que explica seu interesse por Jerami Grant e Ben Simmons, de acordo com Shams Charania do The Athletic.

    Arremessadores de elite de três pontos

    O Lakers nunca cercou LeBron com o nível de arremessadores com que ele prosperou no Miami Heat e no Cleveland Cavaliers. Na verdade, a adição de Russell Westbrook basicamente levou o time na direção oposta.

    Ainda assim, o time têm algumas boas ameaças no arremesso - Carmelo Anthony, Wayne Ellington, Malik Monk - mas todos vêm acompanhados de deficiências que limitam seu tempo de jogo. Anthony e Ellington são especialistas ofensivos. Monk tem boas atuações, mas ainda continua a ser inconstante na rotação.

    Sem contar com esse trio, as defesas não terão muito com que se preocupar com os arremessos de longa distância do Lakers. LeBron tem feito milagres, como já disse acima, e Westbrook está abaixo da média. Davis é basicamente um arremessador nulo neste momento. Avery Bradley e Austin Reaves têm porcentagens decentes, mas falta volume de jogo para ambos.

    Profundidade no Garrafão

    Dê a qualquer equipe o nível de problemas de lesões e doenças do Lakers, e isso certamente iria expor alguns problemas com sua profundidade de elenco.

    Mas o time não precisava dessa sequência de problemas para saber o que estava pela frente.

    Se os minutos de Davis nos playoffs virão principalmente como pivô, como costuma acontecer, há efetivamente apenas três alas no elenco: LeBron, Carmelo e Ariza. Este último é o mais novo desse trio aos 36 anos.

    Dar a esse grupo outro jogador na posição - de preferência um que defenda - deve ser uma jogada óbvia, pelo menos para ter uma segurança para suprir uma possível ausência dos veteranos. Permanecendo na quadra de ataque, um pivô espaçador deve estar na desejos do técnico Frank Vogel, para lhe dar mais flexibilidade em suas escalações.

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