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    Renato Campos

    06 de Novembro de 2023 postado por Renato Campos

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    Ao longo de várias décadas, o Lakers estabeleceu a nata da NBA com diversos títulos em sua história. Eles construíram esse legado com uma fórmula que incluía líderes transformadores, estrelas de alto calibre, role players de apoio de qualidade e um conceito de equipe robusto.

    O Lakers está entre as poucas franquias esportivas que testemunharam múltiplas dinastias: a primeira nos anos de formação em Minneapolis, depois durante a era Showtime nos anos 80 e outra no início do século 21. Não é possível encaixar cada equipe campeã em um top 10, mas vamos dar uma olhada em mais um time de sucesso do Lakers.

    Desta vez, uma equipe que reiniciou uma dinastia após anos de turbulência.

    Da Adversidade ao Ápice

    Em 2004, apesar de contar com quatro futuros membros do Hall da Fama - Shaquille O'Neal, Kobe Bryant, Karl Malone e Gary Payton -, o Lakers foi derrotado na final da NBA pelo Detroit Pistons em cinco jogos. O desempenho foi decepcionante, e a equipe desmoronou à medida que a série avançava.

    Esse processo continuou na offseason seguinte com as trocas de O'Neal e Payton, a aposentadoria de Malone e o afastamento do técnico Phil Jackson. Bryant quase se juntou ao Clippers, mas foi convencido a ficar no Lakers pelo ex-executivo Jerry West após a saída de O'Neal.

    Durante as três temporadas seguintes, o Lakers mergulhou em uma fase obscura. O elenco ao redor de Bryant era fraco e sem identidade, resultando em uma ausência nos playoffs em 2005 e eliminações na primeira rodada nos dois anos subsequentes. Mesmo com o retorno de Jackson em 2005, as perspectivas eram sombrias.

    Bryant chegou a pedir uma troca na offseason de 2007, mas um início surpreendente e a troca milagrosa por Pau Gasol em 2007-08 transformaram o Lakers em candidato ao título novamente, levando o time de volta às finais da NBA, onde encontraram um forte adversário no Boston Celtics.

    Retorno ao Topo

    A derrota nas finais foi dura, mas revelou um futuro promissor para o Lakers. Com uma missão de redenção, o time começou a temporada 2008-09 vencendo sete jogos seguidos e 21 dos primeiros 24, dominando os adversários a ponto de parecer fácil demais.

    Mesmo com a lesão de joelho do pivô Andrew Bynum, o Lakers manteve sua performance vitoriosa, terminando a temporada regular com uma campanha de 65-17. Esse elenco se destacou tanto no ataque quanto na defesa, solidificando-se como uma equipe de elite.

    Favoritos no playoffs, a dúvida era se esse time tinha maturidade para concluir a missão.

    A Conquista

    O Lakers superou o Utah Jazz em cinco jogos, mas encontrou dificuldades contra o Houston Rockets na segunda rodada. Após uma série tensa, o Lakers avançou e encarou o Denver Nuggets nas finais da conferência. Bryant brilhou, liderando sua equipe para a vitória em seis jogos.

    Nas finais da NBA de 2009, em vez de um revanche contra Boston ou um confronto contra LeBron James e o Cleveland Cavaliers, o Lakers acabou encarando o Orlando Magic. A equipe da Flórida, liderada pelo defensor do ano Dwight Howard e excelentes arremessadores de três pontos, não foi páreo para a determinação de Bryant e do Lakers.


    Bryant, com uma atuação espetacular, liderou o Lakers ao título, garantindo o troféu Larry O'Brien e seu primeiro prêmio de MVP das Finais da NBA - o último grande prêmio individual que faltava em sua coleção. E a jornada do Lakers estava longe de terminar, pois mais glória aguardava o time novamente na temporada seguinte.

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