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    Renato Campos

    16 de Setembro de 2025 postado por Renato Campos

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    O Lakers segue no mercado em busca de um ala que possa reforçar sua rotação. Embora Andrew Wiggins seja constantemente citado como alvo ideal, outras opções começam a ganhar espaço no radar de Rob Pelinka. Entre elas, Keldon Johnson, do San Antonio Spurs, e Haywood Highsmith, atualmente no Brooklyn Nets.

    Keldon Johnson como alvo viável

    De acordo com Ryan Stano, Johnson seria uma alternativa realista e de impacto. Aos 24 anos, ele está em sua sexta temporada na NBA e se consolidou como peça confiável no Spurs. Na última temporada, disputou 77 jogos, com médias de 12,7 pontos, 4,8 rebotes e 1,6 assistências, além de 48,2% de aproveitamento nos arremessos de quadra.

    Apesar disso, o aproveitamento de 31,8% nas bolas de três pode levantar dúvidas sobre sua capacidade de abrir espaço no ataque do Lakers. Ainda assim, seu perfil físico e capacidade de pontuar no banco agradam à diretoria.

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    Possível pacote de troca

    Johnson ainda tem dois anos de contrato, recebendo US$ 17,5 milhões por temporada. Para adquiri-lo, o Lakers poderia enviar Rui Hachimura em um acordo direto, mas o Spurs certamente exigiria mais valor. Nesse cenário, Dalton Knecht entraria como complemento, junto a escolhas futuras de segunda rodada.

    A troca faria sentido para San Antonio: Hachimura seria peça imediata para a rotação, enquanto Knecht, com 37,6% de aproveitamento do perímetro, encaixaria bem ao lado de Victor Wembanyama, oferecendo espaçamento para seu jogo interno.

    Highsmith como opção mais barata

    Outro nome mencionado foi o de Haywood Highsmith. Segundo Anthony Irwin, do ClutchPoints, o ala pode ser adquirido por valor bem inferior ao custo de Wiggins. O Brooklyn Nets estaria acumulando ativos e pode abrir mão do jogador em breve.

    Highsmith não tem o mesmo impacto de Wiggins ou Johnson, mas seria um reforço útil para a rotação, especialmente em um time que valoriza versatilidade defensiva e profundidade no perímetro. E como ressaltou Irwin, na NBA atual nunca há "alas demais".

    O que vem pela frente

    Com um elenco já reforçado em posições-chave, o Lakers chega à temporada em posição de força. Pelinka dispõe de ativos valiosos e flexibilidade para fechar um pacote competitivo caso surja a oportunidade certa. A chegada de um ala pode ser a peça que falta para equilibrar o elenco de JJ Redick e ampliar as chances de brigar no topo do Oeste.

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