A ideia de D'Angelo Russell ser rebaixado para o papel de sexto homem pode não ser a conversa mais agradável entre ele e o técnico Darvin Ham, mas pode ser benéfica tanto para o jogador quanto para o time.
O Lakers ter assinado um contrato de três anos, no valor de US$33 milhões totalmente garantidos com Gabe Vincent, enquanto Russell obteve um acordo de um ano com uma opção de jogador (totalizando US$ 36 milhões), talvez indique uma falta de confiança na franquia com Russell. Essa suspeita ganha força, especialmente após sua remoção da formação titular no quarto jogo das Finais do Oeste contra o Denver Nuggets.
Entre Russell e Vincent, você pode dizer que o primeiro tem maior potencial, mas também é mais inconsistente. Em um elenco que já inclui nomes como LeBron James, Anthony Davis e Austin Reaves, ter Vincent como armador principal poderia dar ao Lakers uma presença mais estável na quadra.
Mudança pode ser benéfica para D'Angelo Russell
Para Russell, a mudança pode oferecer um novo conjunto de oportunidades. Jogando com a segunda unidade, ele teria mais liberdade para pontuar, algo que foi limitado na última temporada com o Lakers, onde sua taxa de uso foi de apenas 22,6%, bem abaixo dos 31,9% que teve durante sua temporada All-Star com o Brooklyn Nets em 2018-19.
Enquanto Russell tem o potencial para marcar 30 pontos em jogos esporádicos, Vincent pode oferecer uma liderança mais equilibrada e com menos erros (apenas 1,4 turnovers por jogo) para a primeira unidade, permitindo que as estrelas do time desempenhem seu melhor jogo. Portanto, tal mudança pode ser uma situação vantajosa para todos os envolvidos.
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