Na noite desta sexta-feira (19) a Seleção Brasileira faz seu segundo jogo da fase de grupos da Copa do Mundo 2026, sem a presença de Neymar, que sofreu uma lesão de grau 2 na panturrilha direita pouco mais de um mês atrás. E foi exatamente uma lesão dessa mesma gravidade que tirou Luka Doncic dos Playoffs da NBA.

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As lesões de Doncic e Neymar

Embora tenham sido lesões em locais do corpo diferentes, tanto Luka, quanto Neymar, enfrentam a mesma gravidade com ruptura parcial de fibras musculares —a de Doncic foi na coxa posterior.

A previsão de retorno, entre quatro a seis semanas, já anunciava que o esloveno, muito provavelmente, não conseguiria jogar os Playoffs pelo Los Angeles Lakers.

Já no caso de Neymar, a princípio, a CBF previa um retorno dentro de quatro semanas, mas após reavaliação, a entidade até desistiu de fazer uma nova previsão. Ele perderá o segundo jogo do Brasil na Copa do Mundo, sendo ainda uma dúvida para o terceiro, em 24 de junho.

Neymar se recupera a tempo?

A maior dúvida levantada sobre a situação de Neymar é: ele vai conseguir se recuperar a tempo de entrar em campo na Copa? A CBF acredita que sim, e o fato de ele começar a treinar em campo, de chuteira, é um sinal que reforça o otimismo.

A falta de nova previsão para o retorno do camisa 10 é uma medida cautelosa, e com razão; não é possível prever exatamente o tempo de recuperação de uma lesão de grau 2, em qualquer parte do corpo que seja.

Austin Reaves, por exemplo, se lesionou na mesma gravidade e conseguiu retornar em quatro semanas. Doncic, por sua vez, só se recuperou 100% durante as férias, quase três meses depois de se machucar.

Esse tempo se estendeu para além das seis semanas previstas inicialmente, mesmo depois de ele tentar acelerar a recuperação com um tratamento de injeções de células-tronco, algo que sequer entrou no protocolo de Neymar.

Não é possível prever se o atacante irá entrar em campo em sua possível última Copa do Mundo, mas o processo de recuperação, assim como o de Luka Doncic, não deve ser acelerado; um retorno precoce pode provocar uma nova ruptura muscular, ainda mais grave.