Elenco do Lakers 2026-27: jogadores, posições e titulares
Guia do Lakers Brasil
O time do Lakers para a temporada 2026-27 tem 16 jogadores sob contrato padrão, um acima do limite de 15 da liga. Luka Doncic lidera o grupo remontado na agência livre de 2026, sem LeBron James e com Walker Kessler no garrafão, enquanto a franquia procura um ala-pivô no que sobrou do mercado depois de perder Jonathan Kuminga para o Timberwolves.
16
jogadores sob contrato
1
acima do limite de 15
4/5
titulares definidos
Reforço
Walker Kessler, por sign-and-trade com o Utah Jazz: 4 anos e US$ 130 milhões.
Renovação
Austin Reaves por 4 anos e US$ 185 milhões, formato 3+1, recorde para um não draftado na NBA.
Saída
LeBron James para o Philadelphia por 2 anos e US$ 8 milhões, corte de 92%.
Técnico
JJ Redick, no terceiro ano à frente do time.
Todos os jogadores do Lakers em 2026-27
Números de camisa conferidos no elenco oficial do time. Altura e idade valem para a data de atualização acima.
Los Angeles Lakers · 2026-27
Quanto cada jogador pesa na folha em 2026-27
Os 16 jogadores sob contrato padrão, do maior para o menor salário da temporada. A barra compara cada um com o maior contrato do elenco. Clique nos títulos para reordenar.
Folha dos 16 jogadores: US$ 201,3 milhõesPeso de cada contrato no teto salarial da temporada, segundo o Basketball-Reference
Quinteto titular do Lakers em 2026-27
O time base começa a temporada com Doncic na armação, Austin Reaves ao lado dele no perímetro, Quentin Grimes na ala e Walker Kessler no garrafão. Quatro nomes resolvidos. A quinta vaga, no ala-pivô, é a única discussão aberta do elenco.
Escalação e rotações · NBA 2026-27
Mapa de rotações do Lakers
Técnico: JJ Redick
Rotação projetada para a temporada 2026-27, com os 16 jogadores sob contrato padrão.
Ala-pivô em aberto: Vanderbilt e Thybulle concorrem com Mamukelashvili.Atualizado em setembro de 2026
Sandro Mamukelashvili é o candidato natural pela leitura de espaçamento: um pivô que arremessa de três abre o corredor que Doncic precisa para atacar o aro. Jarred Vanderbilt oferece o oposto, defesa e rebote ofensivo, e vira titular em qualquer noite contra um ataque pesado no poste. Matisse Thybulle entra na conta se JJ Redick decidir abrir a temporada com dois marcadores de elite em quadra.
A rigor, o quinteto de abertura importa menos aqui do que o quinteto de fechamento. Com Reaves e Doncic dividindo a bola, o Lakers tende a terminar jogo com três aberturas de arremesso ao redor deles, e é aí que Grimes e Thybulle disputam minutos de verdade.
Os reforços da agência livre de 2026
O Lakers gastou mais de um quarto de bilhão de dólares em julho e entrou na temporada sem espaço salarial. Foi uma escolha consciente: em vez de guardar flexibilidade para 2027, a diretoria converteu tudo em contrato agora, apostando que a janela do time é a próxima temporada.
Walker Kessler foi a peça mais cara e a mais decisiva. O pivô de 2,18m chegou por sign-and-trade com o Utah Jazz num acordo de quatro anos e US$ 130 milhões, com opção do jogador na última temporada e trade kicker integral. O custo em ativos foi pesado: primeiras rodadas irrestritas de 2031 e 2033, mais direito de troca de posição em 2028 e 2030. É o protetor de aro que o time não tinha desde a saída de Anthony Davis.
Quentin Grimes assinou por quatro anos e US$ 60 milhões para ocupar a ala titular. O perfil resolve dois problemas ao mesmo tempo: marca o melhor perimetral adversário e arremessa de três em recepção, o tipo de jogador que sobrevive ao lado de dois criadores que dominam a bola.
Collin Sexton veio por dois anos e US$ 19 milhões para atacar o aro quando Doncic descansa, e Sandro Mamukelashvili por quatro anos e US$ 52 milhões como pivô que abre a quadra. Depois vieram os contratos de fundo de elenco: Kevon Looney, Ziaire Williams e Matisse Thybulle, todos por uma temporada. Thybulle, duas vezes escolhido para a seleção defensiva da liga, contou que conversou com Redick e com Doncic antes de decidir.
Jaden Hardy completou o pacote por troca com o Washington Wizards, na operação que tirou Deandre Ayton da folha salarial.
Permanências e a base jovem
A renovação de Austin Reaves foi o movimento que sustentou todo o resto. Quatro anos e US$ 185 milhões, no formato 3+1 com opção do jogador, o maior contrato já assinado por um atleta não draftado na história da NBA, segundo a ESPN. Reaves fechou a temporada passada com 23,3 pontos, 5,5 assistências e 4,7 rebotes por jogo.
Da base jovem, seguem Dalton Knecht e Bronny James, ambos do Draft 2024, além de Adou Thiero, escolhido em 2025. Cameron Carr, calouro do Draft 2026, chamou atenção na Summer League com uma atuação de 26 pontos. Jarred Vanderbilt e Jake LaRavia completam o grupo remanescente.
Quem saiu do Lakers em 2026
A lista de baixas é longa e reorganiza a identidade do time.
LeBron James: avisou a franquia logo na abertura da agência livre, conforme a ESPN, e assinou com o Philadelphia 76ers por duas temporadas e US$ 8 milhões, algo em torno de US$ 4 milhões por ano. É um corte de 92% sobre os cerca de US$ 50 milhões anuais que recebia em Los Angeles, onde embolsou US$ 351 milhões em salário ao longo de oito temporadas.
Deandre Ayton: trocado para o Washington Wizards.
Rui Hachimura: assinou com o Clippers, dois anos e US$ 28 milhões.
Jaxson Hayes: acertou com o Utah Jazz.
Marcus Smart e Luke Kennard: saíram como agentes livres.
Drew Timme: não recebeu a oferta qualificatória em 29 de junho e virou agente livre irrestrito.
O elenco está com 16, e o limite é 15
Aqui mora a pendência mais concreta do plantel. A NBA permite no máximo 15 contratos padrão na abertura da temporada regular, e o Lakers tem 16. Alguém sai antes de outubro, por corte ou por uma troca de consolidação que junte dois salários num só jogador.
A caçada a Jonathan Kuminga, que ocupou a offseason inteira, terminou sem acordo. Em 26 de agosto o ala assinou com o Minnesota Timberwolves por duas temporadas e US$ 13 milhões, e recusou a proposta do Lakers, de três temporadas a US$ 12 milhões por ano. A vaga de ala-pivô continua aberta.
Sem a troca que resolveria a conta sozinha, o corte vem de baixo, entre os contratos de uma temporada. O que sobra no mercado é um grupo pequeno de veteranos de contrato baixo, entre eles Dwight Powell, Kevin Love, Bismack Biyombo, Mason Plumlee e Drew Eubanks.
O vaivém de Exhibit 10 na porta de entrada não mexe nessa conta. Em 17 de setembro o time assinou o ala Anton Watson e o dispensou no dia seguinte. Em 18 de setembro fechou com os armadores Chase Ross e Meechie Johnson, e em 27 de setembro, na véspera do Media Day, trocou os dois pelos alas William Kyle III e Cole Swider. O grupo de pré-temporada segue no teto de 21. Nenhum desses contratos vale como padrão, e nenhum deles disputa uma das 15 cadeiras.
Jogadores de two-way e Summer League
As três vagas de contrato two-way estão preenchidas e não contam para o limite de 15.
Chris Mañon (armador, camisa 30): renovado após 9 partidas na NBA na temporada passada. Pelo South Bay Lakers, somou 10,3 pontos, 5,6 rebotes, 2,3 assistências e 1,9 roubos em 33 jogos, entrou na seleção defensiva da G League e ficou em segundo na votação de melhor defensor.
Arthur Kaluma (ala, camisa 47): assinou o contrato two-way depois de fechar a Summer League com 19 pontos de média, 61% de aproveitamento de quadra e 50% na linha de três.
AK Okereke (ala, camisa 31): 9,6 pontos, 3,6 rebotes e 2,0 assistências em 36 jogos por Vanderbilt, com 40% de aproveitamento nos arremessos de três.
Na porta de entrada ficam os contratos Exhibit 10, que valem só para a pré-temporada, não contam para o limite de 15 e rendem ao jogador um bônus de até 91 mil dólares se ele aceitar a filial na G League por pelo menos 60 dias. Hoje são dois nesse formato, assinados em 27 de setembro: William Kyle III, ala-pivô de 2,06 m e 22 anos, não escolhido no Draft 2026, que liderou a conferência ACC em tocos por Syracuse, com 2,5 por jogo, além de 8,4 pontos e 7,1 rebotes, e já tinha jogado a Summer League pelo Lakers; e Cole Swider, ala de 2,03 m e 27 anos, que passou 2025-26 no Anadolu Efes, da Turquia, e volta ao time em que jogou sete partidas como two-way em 2022-23.
Chase Ross e Meechie Johnson, armadores que assinaram Exhibit 10 em 18 de setembro, foram dispensados em 27 de setembro, sem jogar pelo time.
Anton Watson assinou Exhibit 10 em 17 de setembro e foi dispensado no dia seguinte, antes de qualquer treino coletivo. Ele tinha defendido a filial do Lakers em 2025-26, com 11,0 pontos, 4,9 rebotes, 2,9 assistências e 1,4 roubos em 50 partidas.
Peter Suder, armador que saiu de Miami (Ohio) e não foi escolhido no Draft 2026, defendeu o Lakers na Summer League, mas não assinou contrato.
A filial do Lakers na G League mudou de nome e de casa para 2026-27: o South Bay Lakers virou Coachella Valley Lakers e passou a jogar no deserto da Califórnia, a leste de Los Angeles.
Esta seção é atualizada conforme o time oficializa cortes e conversões de contrato.
Quem é o técnico do Lakers
JJ Redick comanda o time desde 2024 e entra na terceira temporada no cargo. É o primeiro ano em que monta uma rotação inteiramente desenhada ao redor de Doncic, sem precisar equilibrar minutos com LeBron James. A mudança aparece nas contratações: defensores de perímetro, um protetor de aro e arremessadores de recepção, exatamente o perfil que um ataque comandado por um armador dominante consome.
Perguntas frequentes sobre o elenco do Lakers
Quantos jogadores o Lakers tem no elenco em 2026-27?
São 16 sob contrato padrão, um a mais que o limite de 15 da liga, além de três atletas em contrato two-way. Há ainda dois contratos Exhibit 10, válidos só para a pré-temporada, que não contam para o limite. A franquia precisa reduzir o número antes da estreia.
LeBron James ainda joga no Lakers?
Não. Ele comunicou a saída na abertura da agência livre de 2026 e assinou com o Philadelphia 76ers por dois anos e US$ 8 milhões, um corte de 92% no salário. Foram oito temporadas em Los Angeles e US$ 351 milhões recebidos.
Quem é o pivô titular do Lakers?
Walker Kessler, contratado por sign-and-trade com o Utah Jazz em julho de 2026 num acordo de quatro anos e US$ 130 milhões.
Quanto Austin Reaves ganha?
Quatro anos e US$ 185 milhões, com salário projetado em US$ 41,2 milhões na temporada 2026-27.
O Lakers contratou Jonathan Kuminga?
Não. Em 26 de agosto de 2026 o ala assinou com o Minnesota Timberwolves por duas temporadas e US$ 13 milhões, recusando a proposta de três temporadas a US$ 12 milhões por ano. A vaga de ala-pivô do Lakers segue em aberto.
Quem são os titulares do Lakers em 2026-27?
Quatro vagas estão resolvidas: Luka Doncic na armação, Austin Reaves no perímetro, Quentin Grimes na ala e Walker Kessler no garrafão. A quinta, no ala-pivô, segue em aberto entre Sandro Mamukelashvili, Jarred Vanderbilt e Matisse Thybulle, e a definição é de JJ Redick.
Quem é o técnico do Lakers?
JJ Redick comanda o Lakers desde 2024 e entra na terceira temporada no cargo. É o primeiro ano em que monta uma rotação inteiramente desenhada ao redor de Luka Doncic, sem precisar equilibrar minutos com LeBron James.