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    Paola Zanon

    06 de Agosto de 2025 postado por Paola Zanon

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    A estratégia de Austin Reaves ao recusar a extensão com o Los Angeles Lakers em junho passado para receber um contrato ainda maior para a próxima temporada parece ter dado certo. O armador, inclusive, será uma excessão no foco de contratos de dois anos; a diretoria tem um plano de longo prazo para ele.

    Austin Reaves: o "próximo Kyrie Irving"

    No Lakers desde 2021, quando não foi draftado e ganhou uma chance em Los Angeles, Austin Reaves se desenvolveu tão bem, que agora desempenha um papel fundamental no quinteto titular. E a chegada de Luka Doncic não atrapalhará isso em nada —pelo contrário.

    O armador é visto pelo front office como alguém que pode desempenhar perfeitamente o papel de companheiro do esloveno a longo prazo —no Dallas Mavericks, esse papel foi ocupado por Jalen Brunson e depois, por Kyrie Irving— ambos armadores explosivos.

    Este papel será consolidado ainda durante a offseason, quando o Lakers oferecer um novo contrato a Reaves, com duração superior a de dois anos —algo que foge completamente do plano de curto prazo para manter flexibilidade na folha salarial em 2027. As informações são da ESPN.

    Salário acima de US$ 30 milhões

    Em junho, quando Reaves se tornou elegível para uma extensão, o Lakers ofereceu um contrato de quatro anos por US$ 89,2 milhões, o que seria equivalente a um salário anual entre US$ 20 e 25 milhões. Era o valor máximo que as regras da NBA permitiam que a franquia oferecesse a ele.

    A recusa aconteceu por Austin acreditar que, diante do desenvolvimento, ele poderia conseguir algo na casa dos US$ 30 milhões por temporada. E ele estava certo; executivos afirmam que o Lakers está pronto para fazer uma oferta a ele, dentro dessas expectativas.

    Apesar de ter feito uma péssima pós-temporada, Reaves foi fundamental para a classificação do Lakers em terceiro lugar —a primeira classificação direta para os Playoffs desde a criação do Play-in.

    O armador teve as melhores médias de sua carreira em temporada regular, com médias de 20,2 pontos, 4,5 rebotes e 5,8 assistências por jogo, além de 37,7% de aproveitamento em bolas de três —uma característica que o Lakers realmente precisa.

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