Elenco do Lakers 2026-27: jogadores, posições e titulares
O elenco do Lakers para a temporada 2026-27 tem 16 jogadores sob contrato padrão, um acima do limite de 15 da liga. Luka Doncic lidera o grupo remontado na agência livre de 2026, agora sem LeBron James e com Walker Kessler no garrafão, enquanto a franquia ainda tenta contratar Jonathan Kuminga.
Ala-pivô em aberto: Vanderbilt e Thybulle concorrem com Mamukelashvili.Atualizado em agosto de 2026
Quinteto titular do Lakers em 2026-27
O time base começa a temporada com Doncic na armação, Austin Reaves ao lado dele no perímetro, Quentin Grimes na ala e Walker Kessler no garrafão. Quatro nomes resolvidos. A quinta vaga, no ala-pivô, é a única discussão aberta do elenco.
Sandro Mamukelashvili é o candidato natural pela leitura de espaçamento: um pivô que arremessa de três abre o corredor que Doncic precisa para atacar o aro. Jarred Vanderbilt oferece o oposto, defesa e rebote ofensivo, e vira titular em qualquer noite contra um ataque pesado no poste. Matisse Thybulle entra na conta se JJ Redick decidir abrir a temporada com dois marcadores de elite em quadra.
A rigor, o quinteto de abertura importa menos aqui do que o quinteto de fechamento. Com Reaves e Doncic dividindo a bola, o Lakers tende a terminar jogo com três aberturas de arremesso ao redor deles, e é aí que Grimes e Thybulle disputam minutos de verdade.
Elenco completo do Lakers 2026-27
Os 16 jogadores sob contrato padrão, com número, posição e como chegaram à franquia. Números de camisa conferidos no elenco oficial do clube. Altura e idade valem para a data de atualização acima.
O Lakers gastou mais de um quarto de bilhão de dólares em julho e entrou na temporada sem espaço salarial. Foi uma escolha consciente: em vez de guardar flexibilidade para 2027, a diretoria converteu tudo em contrato agora, apostando que a janela do time é a próxima temporada.
Walker Kessler foi a peça mais cara e a mais decisiva. O pivô de 2,18m chegou por sign-and-trade com o Utah Jazz num acordo de quatro anos e US$ 130 milhões, com opção do jogador na última temporada e trade kicker integral. O custo em ativos foi pesado: primeiras rodadas irrestritas de 2031 e 2033, mais direito de troca de posição em 2028 e 2030. É o protetor de aro que o time não tinha desde a saída de Anthony Davis.
Quentin Grimes assinou por quatro anos e US$ 60 milhões para ocupar a ala titular. O perfil resolve dois problemas ao mesmo tempo: marca o melhor perimetral adversário e arremessa de três em recepção, o tipo de jogador que sobrevive ao lado de dois criadores que dominam a bola.
Collin Sexton veio por dois anos e US$ 19 milhões para atacar o aro quando Doncic descansa, e Sandro Mamukelashvili por quatro anos e US$ 52 milhões como pivô que abre a quadra. Depois vieram os contratos de fundo de elenco: Kevon Looney, Ziaire Williams e Matisse Thybulle, todos por uma temporada. Thybulle, duas vezes escolhido para a seleção defensiva da liga, contou que conversou com Redick e com Doncic antes de decidir.
Jaden Hardy completou o pacote por troca com o Washington Wizards, na operação que tirou Deandre Ayton da folha salarial.
Permanências e a base jovem
A renovação de Austin Reaves foi o movimento que sustentou todo o resto. Quatro anos e US$ 185 milhões, no formato 3+1 com opção do jogador, o maior contrato já assinado por um atleta não draftado na história da NBA. Reaves fechou a temporada passada com 23,3 pontos, 5,5 assistências e 4,7 rebotes por jogo.
Da base jovem, seguem Dalton Knecht e Bronny James, ambos do Draft 2024, além de Adou Thiero, escolhido em 2025. Cameron Carr, calouro do Draft 2026, chamou atenção na Summer League com uma atuação de 26 pontos. Jarred Vanderbilt e Jake LaRavia completam o grupo remanescente.
Quem saiu do Lakers em 2026
A lista de baixas é longa e reorganiza a identidade do time.
LeBron James: avisou a franquia logo na abertura da agência livre e assinou com o Philadelphia 76ers por duas temporadas e US$ 8 milhões, algo em torno de US$ 4 milhões por ano. É um corte de 92% sobre os cerca de US$ 50 milhões anuais que recebia em Los Angeles, onde embolsou US$ 351 milhões em salário ao longo de oito temporadas.
Deandre Ayton: trocado para o Washington Wizards.
Rui Hachimura: assinou com o Clippers, dois anos e US$ 28 milhões.
Jaxson Hayes: acertou com o Utah Jazz.
Marcus Smart e Luke Kennard: saíram como agentes livres.
Drew Timme: não recebeu a oferta qualificatória em 29 de junho e virou agente livre irrestrito.
O elenco está com 16, e o limite é 15
Aqui mora a pendência mais concreta do plantel. A NBA permite no máximo 15 contratos padrão na abertura da temporada regular, e o Lakers tem 16. Alguém sai antes de outubro, por corte ou por uma troca de consolidação que junte dois salários num só jogador.
Essa conta se cruza com a caçada a Jonathan Kuminga, que segue travada. O ala pode ser adquirido por sign-and-trade com o Atlanta Hawks, mas a regra exige que ele assine por três temporadas, e o jogador prefere um contrato de um ano caso não alcance o valor que pede, acima de US$ 20 milhões por ano. O Lakers subiu a oferta para a faixa de US$ 15 a 16 milhões e estuda trazer um terceiro time à mesa para despachar os contratos de Vanderbilt e Knecht.
Se a operação sair, o problema de excesso de elenco se resolve sozinho e a ala titular muda de dono. Se não sair, o corte vem de baixo, entre os contratos de uma temporada.
Jogadores de two-way e Summer League
As três vagas de contrato two-way estão preenchidas e não contam para o limite de 15.
Chris Mañon (armador, camisa 30): renovado após 9 partidas na NBA na temporada passada. Pelo South Bay Lakers, somou 10,3 pontos, 5,6 rebotes, 2,3 assistências e 1,9 roubos em 33 jogos, entrou na seleção defensiva da G League e ficou em segundo na votação de melhor defensor.
Arthur Kaluma (ala, camisa 47): assinou o contrato two-way depois de fechar a Summer League com 19 pontos de média, 61% de aproveitamento de quadra e 50% na linha de três.
AK Okereke (ala, camisa 31): 9,6 pontos, 3,6 rebotes e 2,0 assistências em 36 jogos por Vanderbilt, com 40% de aproveitamento nos arremessos de três.
Peter Suder, armador que saiu de Miami (Ohio) e não foi escolhido no Draft 2026, defendeu o Lakers na Summer League, mas não assinou contrato.
Esta seção é atualizada conforme o clube oficializa cortes e conversões de contrato.
Quem é o técnico do Lakers
JJ Redick comanda o time desde 2024 e entra na terceira temporada no cargo. É o primeiro ano em que monta uma rotação inteiramente desenhada ao redor de Doncic, sem precisar equilibrar minutos com LeBron James. A mudança aparece nas contratações: defensores de perímetro, um protetor de aro e arremessadores de recepção, exatamente o perfil que um ataque comandado por um armador dominante consome.
Perguntas frequentes sobre o elenco do Lakers
Quantos jogadores o Lakers tem no elenco em 2026-27?
São 16 sob contrato padrão, um a mais que o limite de 15 da liga, além de três atletas em contrato two-way. A franquia precisa reduzir o número antes da estreia.
LeBron James ainda joga no Lakers?
Não. Ele comunicou a saída na abertura da agência livre de 2026 e assinou com o Philadelphia 76ers por dois anos e US$ 8 milhões, um corte de 92% no salário. Foram oito temporadas em Los Angeles e US$ 351 milhões recebidos.
Quem é o pivô titular do Lakers?
Walker Kessler, contratado por sign-and-trade com o Utah Jazz em julho de 2026 num acordo de quatro anos e US$ 130 milhões.
Quanto Austin Reaves ganha?
Quatro anos e US$ 185 milhões, com salário projetado em US$ 41,2 milhões na temporada 2026-27.
O Lakers ainda pode contratar Jonathan Kuminga?
Pode, mas a negociação está parada. O sign-and-trade com o Atlanta Hawks exige contrato de três temporadas, e o jogador resiste ao formato enquanto a proposta financeira não chega ao patamar que ele pede.
Quem são os titulares do Lakers em 2026-27?
Quatro vagas estão resolvidas: Luka Doncic na armação, Austin Reaves no perímetro, Quentin Grimes na ala e Walker Kessler no garrafão. A quinta, no ala-pivô, segue em aberto entre Sandro Mamukelashvili, Jarred Vanderbilt e Matisse Thybulle, e a definição é de JJ Redick.
Quem é o técnico do Lakers?
JJ Redick comanda o Lakers desde 2024 e entra na terceira temporada no cargo. É o primeiro ano em que monta uma rotação inteiramente desenhada ao redor de Luka Doncic, sem precisar equilibrar minutos com LeBron James.