A loteria do draft da NBA aconteceu neste domingo e trouxe algumas surpresas. O Washington Wizards, do astro Anthony Davis, garantiu a primeira escolha. O Utah Jazz, o Memphis Grizzlies e o Chicago Bulls completam o topo do top 4. O Oklahoma City Thunder não subiu para o topo da loteria, e o Indiana Pacers caiu de posição, fazendo com que o Los Angeles Clippers, o outro time da cidade, ficasse com a quinta escolha. Para o Lakers, no entanto, o cenário já estava definido. Após o sorteio de moeda com o New York Knicks, a franquia ficou com a 25ª escolha do draft de 2026.
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Com a semifinal contra o Thunder pendendo para o lado do atual campeão da NBA e a temporada do Lakers em estado terminal, é hora de começar a olhar para o que pode chegar via draft. Os principais mock drafts da imprensa especializada apontam três nomes principais como prováveis alvos do time na faixa da 25ª escolha. Vamos a eles.
Joshua Jefferson, ala do Iowa State
O SB Nation projeta Joshua Jefferson, do Iowa State, para o Lakers. É o único nome dos mocks que não joga na posição de pivô, e isso já diz muito sobre o que se espera da franquia neste draft. Alas continuam sendo uma moeda valiosa no basquete moderno, e o Lakers segue precisando de mais peças no setor.
Na avaliação de Ricky O’Donnell, do SB Nation, Jefferson é um ala forte, fisicamente preparado, com capacidade nos dois lados da quadra e visão de passe rara para o tamanho. Ele evoluiu como arremessador na última temporada universitária, com 34,5% de aproveitamento de três, melhor número da carreira até aqui. Ainda precisa crescer nesse fundamento, mas adiciona dureza, rebote e capacidade de criação para a rotação de qualquer ala-pivô na NBA. Para a comissão técnica de JJ Redick, ele abre possibilidades criativas de uso pela mobilidade e pelo entendimento de jogo.
O analista de draft Mike Garcia reforçou o conceito. Para ele, Jefferson tem corpo de NBA, lê quadra com confiança e joga com postura. Defensivamente, é móvel o suficiente para alternar marcações entre posições, e tem capacidade de servir como pivô reserva já no primeiro ano de liga, o que aumenta a versatilidade da escolha.
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Henri Veesaar, pivô do North Carolina
Outro caminho aparece de forma recorrente. Tanto Jeremy Woo, da ESPN, quanto Sam Vecenie, do The Athletic, projetam Henri Veesaar, do North Carolina, para a 25ª escolha do Lakers. O consenso é que o time precisa de um pivô atlético, capaz de finalizar jogadas no alley-oop e proteger o garrafão. Veesaar não preenche todos esses critérios à risca, mas oferece um pacote ofensivo que se encaixa bem no elenco atual.
Pela análise de Woo, Veesaar vem de uma temporada produtiva no North Carolina e entrega tamanho real e arremesso viável, com impressionantes 42,6% de aproveitamento de três pontos, em um draft com poucos pivôs de elenco principal. Tem atleticismo acima da média para a posição, habilidade ofensiva e capacidade defensiva em coberturas de drop pick-and-roll. Plugar em uma rotação na temporada seguinte parece bem possível.
Vecenie destaca o ponto de encaixe com o atual elenco do Lakers. Mesmo que Luka Doncic tradicionalmente prefira pivôs que correm para a cesta em vez de espaçadores, o time precisa de talento na posição. Aos 2,13 metros, Veesaar se movimenta muito bem e tem repertório técnico raro, com 2,1 assistências por jogo na temporada universitária e 42,6% nos três pontos. Para um time que tem talento de sobra no perímetro, um pivô com espaçamento somaria de forma direta.
Rueben Chinyelu, pivô da Flórida
A terceira opção recorrente nos mocks é Rueben Chinyelu, do Florida, projetado pelo CBS Sports. Diferente de Veesaar, Chinyelu não traz arremesso de três, mas oferece o tipo de defesa de garrafão que o Lakers vem buscando há temporadas.
Adam Finkelstein, do CBS Sports, descreve um pivô de 2,08 metros com envergadura de quase 2,36 metros, que se destaca pela combinação rara de força, comprimento e capacidade de troca de marcação na linha de três. A ofensiva ainda é limitada, mas a presença defensiva é pronta para impactar jogos da NBA. Para Mike Garcia, o paralelo é interessante. Steven Adams é a referência de força bruta na posição, e Chinyelu seria uma versão mais terrena desse arquétipo, com uma vantagem em relação ao austral